terça-feira, 28 de setembro de 2010

Coleção Isabela Capeto para C&A

Aaaaaiii gente.... com o dia das crianças se aproximando dá vontade de ser criança novamente só para ganhar presente, néh???
Ainda mais com essa nova coleção de Isabela Capeto desenvolvida em parceria com a C&A exclusivamente para os pequenos! Olhá só que coisa mais lindaaaa... ^^)














Com cores vivas e estampas exclusivas é uma otima opção para deixar os pequenos na moda também!





Tem até calça sarouel, pode??? Rrrsrsrs...
E olha só as estampas que coisa mais linda! Dá vontade de levar todas para casa!












Pena que não cabe na gente! Afff... -.-' (Rrsrsrsr....)
Mas para a gente não ficar tão triste dá para comprar pelo menos as bolsas que também estão maravilhosas. Cheias de cor!
Eu conferí essa ultima pessoal mente, é lindaaaa... e muuuito grande também!  
Vou levar pelo menos ela, já que eu posso ficar com coleção toda.


Mas para as mamães fica a dica...
Beijocas!
^^)

sábado, 25 de setembro de 2010

Linha Fun - O boticário

Geeeente uma bela dica é nova linha Fun O boticário que mistura aromas de frutas tropicais com inspiração nas Pin'ups... Super delicioso!
Eu amei, não só por que todos os produtos são deliciosos, mas por que tem pin'up néh genteee!

Para vocês ficarem com água no boca vou mostrar um pouquinho, tá??? Rrsrsrsrrs...

Tem o desedorante colônia framboesa Fun tropical - 120 ml




O óleo hidratante bifásico Cassis e Vanila - 120 ml


A loção hidratante gelado tropical - 150 ml  (essa tem uma fórmula efervecente que é uma delícia...)


Além dos kits que são a coisa mais fofa...
como o estojo miniatura pêra e champagne!


Ah!!! ainda tem os acessórios, com copos, colher para sorvete e uma necessaire que um escândalo... ^^)



Agora é so correr em uma lojas O boticário e esbaldar nessa coleção lindaaaaa, néh???
Beijocas...
^^)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Novas paixões...

Genteeeee...
Faz tempo que num posto, néh???
é que a minha vida aqui ná cidade grande tá uma correria!! A começa pela aventura de descobrir qual o ônibus que tenho que pegar... rsrsrsrsrs...

Mas aventuras a parte, em um dos meus raros momentos de lazer atualmente,
descobri desenhos maravilhosos de uma pessoa linda e super simpática!
É Jana Magalhães, uma ilustradora carioca que está fazendo o maior sucesso...

Seus desenhos, normalmente em aquarela, são cheios de detalhes romanticos, laços e corações, a coisa mais lindaaaaaa....


 

Além das ilustrações de personagens conhecidos de histórias infantis, ela também fez ilustrações de grandes sucessos da moda e do cinema, olha só que coisa mais linda Marlin, Audrey, Channel e Maria antonieta por Jana...



 

Lindo demais num é gente???
Ela faz ilustrações lindíssimas por encomenda tbm, viu??

Para quem quizer conhecer mais o trabalho dessa grande artista acessa o blog dela:
http://www.janamagalhaes.com/

Beijocas...
^^)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Design, cultura material e fetichismo dos objetos




“O design não é uma atividade neutra, mas resultado de processo consciente e intencional que expressa um modo de interpretar a realidade de seus criadores”


(Dunne and Roby, 2001; Attfield, 2000; Cardoso, 1988 apud Norman, 2008)


Muito se têm discutido a respeito das várias interpretações defendidas a cerca do surgimento do designer enquanto profissional. Muitos acreditam que a raiz dessa atividade se dá na divisão de trabalho que dominou os ateliês de pintura desde o renascimento. Outros afirmam que o momento crucial para o surgimento do design foi a Revolução Industrial e a divisão sistemática de tarefas que a acompanhou. Já para os mais modernistas, tudo começou apenas no início do século XX.

Porém, muito mais difícil que afirmar o momento específico do surgimento do design é limitar sua abrangência de ação na sociedade atual, já que não se pode afirmar ao certo se o design é definido pelos objetos que produz ou se pauta no próprio processo de projetar. É exatamente essa interpretação dúbia em relação a sua natureza que ameaça minar a identidade do designer atual.

Há tempos atrás o designer era considerado um guardião dos grandes valores estéticos, decidindo de forma quase inquestionável aquilo que poderia ser considerado feio ou bonito. Atualmente, a sociedade já não sente mais a necessidade de pautar todos os seus produtos a padrões estéticos únicos. O principal interesse agora é o apelo comercial que estes terão, o que poderá ser feito não necessariamente por um profissional da área do design.

Diante de toda essa erosão com relação a sua profissão, o designer não pode perder a consciência de sua suma importância histórica para a evolução da sociedade industrial. Pois, antes de projetar produtos ou definir processos, o designer é capaz de desenvolver um fenômeno humano muito mais abrangente: dar existência concreta e autônoma a idéias abstratas e subjetivas. Desenvolvendo, de certa forma, a cultura material de nossa sociedade.

Entendendo cultura material como uma forma de compreender o papel dos artefatos em um mundo em que o consumo de mercadorias e consumismo constituem-se um fenômeno de maior importância social e cultural. Podemos então perceber que o design constitui a fonte mais importante da cultura material da sociedade atual, pautada, mais do que qualquer outra que já existiu, na abundância material gerada.

O que leva a uma tendência mundial perigosa: onde as pessoas se relacionam de forma obsessiva com seus bens materiais em vez de participarem de interações sociais, passando a usar o consumo como uma forma de suprir outros aspectos da relação humana. O que, segundo Cardoso, pode ser definido com fetichismo dos objetos.

O fetichismo funciona ao mesmo tempo com uma atribuição de valores ao produto, como a apropriação de valores subjetivos representados pelo produto. Para melhor entendimento, faz-se necessário uma análise das variadas aplicações do termo durante os últimos séculos.

O seu uso em português advém do vocábulo francês fetiche, cujo sua origem vem da palavra portuguesa ‘feitiço’ tendo seu primeiro registro datado no século XVII.

Fetichismo em sua acepção mais antiga refere-se à adoração de objetos animados ou inanimados aos quais se atribuíam poderes sobrenaturais. É usado na língua portuguesa desde o século XV para denotar amuletos utilizados para fins de bruxaria, e apropriada pelos portugueses já no século XVI para descrever práticas religiosas de povos africanos.

A segunda acepção definida por Karl Marx para o termo advém exatamente desse senso de estranheza. Na quarta parte do primeiro capítulo do primeiro volume de O capital (1867) Marx transpõe o sentido até então antropológico do termo, acrescentando o sentido sócio-econômico em que os objetos acabam assumindo um caráter “místico” ao serem transformados em mercadorias.

Sua terceira acepção dá-se a certos tipos de comportamentos sexuais, sentido mais atribuído à palavra atualmente. Sigmund Freud faz uso do termo para discutir a prática de tomar como foco de desejo sexual objetos e partes do corpo de natureza não sexual. Como justificativa para o uso do termo, Freud afirma que, de alguma forma, esses objetos assemelham-se com os fetiches em que os selvagens acreditavam estarem incorporados seus deuses.

Temos assim, três definições de fetiche: um tipo de culto que atribui aos objetos poderes sobre naturais, um aspecto da teoria econômica que atribui valor transcendental aos objetos e um comportamento sexual em que o indivíduo atribui à objetos cargas sexuais. O que nos leva a concluir, portanto, que este termo define a ação espiritual, ideológica e psíquica de atribuir valor simbólico aos artefatos que nos rodeam. O que, para um bom designer, é sua principal tarefa: investir os objetos de significados que não lhes são inerentes.

Vê-se então, que atividade mais importante para o desenvolvimento do design atual é atribuição consciente de valores aos produtos a serem desenvolvidos. O designer precisa embutir aos artefatos industriais criatividade, qualidade, viabilidade e, principalmente, a visão do mundo em ele que está inserido. Assumindo essa visão fetichista em relação aos produtos e a sociedade o designer poderá transpor mais facilmente a barreira tão temida do mercado, onde atualmente o que mais se destaca é o valor simbólico das mercadorias.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Para refletir sobre moda e Contemporaneidade...

Concordo com Lipovetsky quando ele afirma que durante toda a década de 50, 60 e 70 a sociedade estava mais centrado no presente e, ouso complementar, que não só no presente, mas no “eu”. Desenvolveu-se uma necessidade de liberdade, de se fazer importante perante a sociedade, de afirmar que poderia, e deveria, compor um cenário mundial diferente através da exposição de seus pensamentos e ideais.

Jovens saiam ás ruas lutando por seus direitos de expressão diante da desenfreada opressão da economia e do consumismo que se desenvolvia cada dia mais. O mais concreto exemplo dessa necessidade de liberdade ferrenhamente defendida pelos mais idealistas das décadas anteriores, se resume muito bem nos grandes movimentos de contracultura: hippies e punks. Aqueles, de forma mais pacifica, mas não menos chocante para a sociedade em que se encontravam do que estes.

E foi justamente por todas essas pessoas, altruístas e corajosas, que hoje temos essa enorme liberdade para expressarmos nossas opiniões e pensamentos. E, principalmente, temos a liberdade de nos expormos à sociedade da forma que realmente somos sem a necessidade de mudarmos para agradar outrem. Podemos hoje falar o que queremos, criticar o governo, nos vestir da forma que mais nos agrada, estabelecer relacionamentos antes vistos de forma mais preconceituosa.

Não afirmo que hoje não exista mais nenhum tipo de preconceito, mas acredito que a sociedade caminhou para uma existência muito mais libertária se compararmos ao tempo em que nossos pais ou avós viveram. Há claro, ainda muitas concepções arcaicas sobre uma superioridade inexistente de uma cor sob outra, de uma sociedade sob outra, mas felizmente muitas delas já podem ser consideras crimes e, quando não, a própria sociedade acaba reprimindo.

O que mais questionar acerca dessa “plena liberdade” em que se a sociedade se encontra é: o que nós jovens fazemos agora? Lutamos por alguma coisa? Temos realmente um ideal pleno de vida? Participamos ativamente da sociedade? Chegamos a um ponto em que temos tanta liberdade que não sabemos mais o que fazer com ela. Ou será que não temos mais o que fazer com ela?

Tudo está ao alcance das mãos, em apenas um clique podemos desvendar mundos completamente novos. Conhecer novos amigos, estabelecer relacionamentos, adquirir novos conhecimentos ou até mesmo usar esse novo e rico meio de comunicação para fins ilícitos.

Um mundo recheado de modernidade e com uma enorme diversidade de informações bate a nossa porta diariamente e cabe a nós decidirmos o que fazer com ele! Não devemos nos acomodar e simplesmente esperarmos as coisas acontecerem. Não devemos ter medo da liberdade!

Somos senhores de nossa própria existência, em um mundo ainda cheio de riscos e incerteza. Não podemos, como escreveu Raul Seixas, “ficar com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar.”, pois nossa aventura está apenas começando!

Laís Helena.
^^ )

domingo, 29 de agosto de 2010

Desfile Multiplicidade

Geeenteeee...
Fui esse sábado para o desfile dos alunos de pós-graduação de Produção de moda e stylist do Senac. Lindo demaisssss... foram três coleções diferentes com inspiração na década de 50, 60 e o último foi bem atual com muitas estampas, ombros marcados e muitas correntes.
Já já coloco as fotos para vcs, tá???
Por enquanto vou deixar vcs com as fotos que eu, depois de muuuuuuuuuuito sacrifício conseguí tirar com ARLINDO GRUNG, do esquadrão da moda que estava por aqui para o desfile e para uma palestra sobre moda que também aconteceu no Senac.


Por que BONEQUINHA DE LUXO...

Para quem curte moda ou filmes antigos o título do blog é bastante conhecido, mas para que ainda não sabe é quer descobrir por que Bonequinha de luxo eu vou explicar para vcs...
Esse é o título de um filme lançado em 1961, baseado no livro de Truman Capote com mesmo nome. Acho que já assití umas duzentas vezes esse filme! Rrsrsrsrsrs...


A sinopse do filme é mais ou menos assim...
Holly Golightly é uma jovem que passou a infância numa fazenda, casou aos 14 anos e  fugiu para Hollywood com o intuito de se tornar uma atriz. Quando ela se muda para Nova Iorque, em busca de casamento com um milionário, passa a ser bancada por um mafioso que está na cadeia, tornando-se uma garota de programa. Holly acaba se envolvendo com um jovem escritor que se tornou seu vizinho, e que é bancado pela amante rica. Aí se desenrola todo o romance do filme,  rechados de lindas cenas na quinta avenida e na Tyffany's e com um figurino impecável de Holly (Audrey Hepburn) desenhado por ninguém menos que Givenchy.



Sem falar que esse filme é estrelado pela minha eterna diva AUDREY HEPBURN. Que eternizou o tubinho preto no mundo da moda e foi eleita esse ano como o rosto mais bonito de Holywood.... Pasmemmmm... : )
                                                                                                                                                                       

Audrey foi considerada, a príncípio, uma garota "alta, ossuda, de pés excessivamente grandes para se tornar uma estrela". Mas Audrey, mesmo vivendo na época em que as baixinhas, de curvas generosas, pés miúdos e olhos claros imperavam, soube usar os seus "defeitos" como seus dons e conquistar o mundo com seu lindo rosto, sua elegância e seus profundos olhos castanhos. Segundo o estilista Givenchy, que era incumbido de vesti-la, Audrey era um ideal de elegância e uma inspiração para o trabalho dele.



Além de um rosto bonito, Audrey era uma mulher humilde, gentil e charmosa, que preferia cuidar dos outros a seu redor do que de si mesma. Ao final de sua vida foi nomeada embaixadora da UNICEF e trabalhou incansavelmente como voluntária para causas infantis.
É por essas e outras que Audrey é e sempre será considerada a eterna "bonequinha de luxo".